the optimistic

         (living in a glasshouse)

quinta-feira, 29 de dezembro de 2005

Seur Jorge, Sigur Rós e anêmonas-do-mar.





Há um tempo atrás fui informado de um filme no qual tocava Starálfur. Havia uma tal "cena do tubarão" para a qual a música de Jónsi, Kjartan e Cia. servia de fundo. Logo imaginei uma grandiosa cena com um gigantesco tubarão (no melhor estilo "Jaws", lógico) se apoderando de um pequenina embarcação. Uma cena crua, violenta e grave que contrastaria com a muralha (quase) impenetrável de violinos etéreos e a voz em falsete de Jónsi. O tal filme era "A vida Aquática com Steve Zissou".

Esse nome com cara de documentário e a promessa de uma comédia apenas aumentaram meu interesse pelo filme. Ora, bolas! Vida aquática com Sigur Rós? No mímino inusitado. Posterioremnte, descobri a presença de BIll Murray (nas minhas graças pós-"Encontros e Desencontros"), Angélica Houston e o tal do Seu Jorge.

Ontem, finalmente coloquei a mão no tal filme. O filme é bom. Engraçadinho, divertido, tem lá seus clichés (pai e filho desconhecidos, carreira em crise, necessidade de superação e bla bla bla), mas é competente. Bill Murray carismático, Angélica Houston em uma irritante indiferença que não poderia ser mais adequada a sua personagem e Jeff Goldblum com extrema necessidade de redefinição de seu papel, pois passou completamente despercebido. E lógico o excelente e ainda mais carismático que seu "pai", Ned Zissou.

Mas e o tubarão? E Sigur Rós? O elfinho que observa? Bem, eles chegaram ao final do filme. Uma bonita cena com arzinho de filme de criança. A música bem colocada e tudo o mais. Confesso que foi impossível não arrepiar com o "blá nott yfir" do começo. Mas... Faltou pegada, sabe como é? Acho que a expectativa foi grande demais, ou talvez o efeito teria sido melhor se fosse de surpresa.

Vale notar que quando fui a locadora buscar pelo filme o rapaz do balcão me fez a propaganda falando: "Várias vezes tem o Seu Jorge tocando violão"! Dei um sorrisinho amarelo e por dentro falei: "Tem o Seu Jorge, e...?!" Quando voltar lá vou comentar: "Po, ae, o mais legal é o camarada que plagia o David Bowie"! :P

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quarta-feira, 28 de dezembro de 2005

Top 10 de 11.

Antes de fazer um balanço dos melhores de 2005, acho por mais acertado divulgar os mais escutados em 2005. Afinal, muitos dos discos foram lançados antes de 2005 (alguns, muito antes, hehe) e ademais mesmo os de 2005 não foram mais escutados necessariamente de acordo com sua qualidade, mas de acordo com o "grude no ouvido". Eis:

1) The Beach Boys - Pet Sounds (1967)
2) The Arcade Fire - Funeral (2004)
3) Devendra Banhart - Rejoicing in The Hands (2004)
4) Death Cab For Cutie - Transatlanticism (2003)
5) Bloc Party - Silent Alarm (2005)
6) Weezer - Make Believe (2005)
7) The white Stripes - Get Behind me, Satan (2005)
8) Kill Bill Soundtrack Vol. 1 (2003)
9) Air - Walkie Talkie (2004)
10) Coldplay - X & Y (2005) e The Clash - London Calling (1978)

Algo estranho. Cinco americanos, três ingleses, um canadense e um francês. Estranho tantos americanos assim. Eu, hein?! Creio que nos melhores de 2005 a Inglaterra e o Reino Unido, como um todo, dêem a volta por cima, hehe.

The Optimistic - 12:43:00 1 comments


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terça-feira, 27 de dezembro de 2005

Veja Bem, Meu Bem

"Veja bem além desses fatos vis
Saiba, traições são bem mais sutis
Se te troquei não foi por maldade
Arranjei alguém, chamado saudade".
(Los Hermanos - Veja Bem, Meu Bem)

Engraçado como volta e meia a gente sempre topa com uns trechos que passam desapercebidos. Esse é um bom exemplo. Depois de quase quatro anos de Los Hermanos, tenho andado meio encantado com essa frase. E o mais engraçado: depois de quase um ano de abandono, tenho tido ganas de recuperar os barbudos. Sabe como é, não? Têm horas que a gente enjoa de toda essa coisa de vanguarda, sons bizarros, rock pós-moderno (e isso existe?), pouca melodia e muita piração. Acho que vou me voltar para a poesia e o samba de cordão de Camelo, Medina e Cia.

Sei, entretanto, que isso é por enquanto. Já, já volto a olhar (com os ouvidos, lógico) para os lados de lá de cima do Atlântico. Ah, Reino Unido...!

The Optimistic - 11:05:00 0 comments


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sábado, 24 de dezembro de 2005

Dezembro

Então, ficamos assim. Você passa arrastado e traz consigo uma enxurrada de acontecimentos. Dos fortuitos aos (quase) bombásticos. Reafirma algumas certezas, cerra meus olhos para questões proeminentes. Reaviva a atenção para antigas incertezas, traz a baila novas dúvidas. O ato entra num fade out do elétrico turbilhão de raios catalíticos para um cansado final estúpido e esmaecido. Repito o mesmo tema que tem sido o grande lance de 2005: a busca por ilusões. A ilusão com artigos ilusórios. Ilusão magnânima em suma. Ah, caramba.

As brincadeiras de esconce-esconde e a amarelinha pueril proliferam deste lado de cá dos subúrbios. Encosto meu rosto na vidraça do veículo em movimento e brinco de imaginar que todas as luzinhas alumiam por apenas um dia. Uma hora acaba a festa, acaba o brilho, acaba a ilusão. Eu que sou tão tolo em tentar postergar o fim do dia, em tentar acender com óleo diesel as pequeninas lâmpadas e brincar. Brincar com minha imaginação, pensando que o quadro de pisca-piscas é um céu estrelado. De que valem essas estrelas tão plásticas frente a cada "sol que se põe".?

A quantidade diminui o valor. O valor escassea as possibilidades reais de compra. Venda, troca, compra e venda. É tudo um negócio, é tudo barganha. Tudo o mais se esvai quando a estagnação se estabelece e é rompida a Fase A de Kondratieff. Põe mais lenha na fogueira, põe mais o mais do comerciar. Nem sempe há essa possibilidade. Abaixam as cortinas, recolhido se está à insignificância.

The Optimistic - 02:09:00 0 comments


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sexta-feira, 23 de dezembro de 2005

Esquizofrenia

Diz-se que o homem entregou-se a uma troca. Das mais variadas, entre tantas, trocou a paranóia pela esquizofrenia. Entregou-se sem pudor a um mundo diferente, fragmentado e permeado por colagens as mais díspares. Entregou-se despido a observar o que inexiste; a observar interesses em rota de colisão se fundirem.

Virtualidades translúcidas são trespassadas a todos os momentos por raios de luz os mais diáfanos e incompreensíveis. Tentar traduzi-los é reduzir a natureza humana às nefastas classificações, a mordaças de imaginação. Reifica-se a esquizofrenia das possibilidades que se apresentam como concretudes, como rocha sólida, como alimento a necessidade.

E onde encaixa-se o tom confessional que sempre adoto?

Reside o tom na harmonia das notas. Reside o tom no resistir de uma cadência morosa que em círculos me conduz. Resiste o residir, reside a resistência em não mudar. Reside a crença em que é tudo verdade. Residem os sorrisos bobos ao lembrar dos signos não-traduzidos e que podem adquirir qualquer significado. Aqueles que escolho, aqueles que invento.

Invencionice essa tal de crença. Bobice esse tal de sorriso bobo. Estupidez essa tal de tradução de significados. Desilusão que se perpetua dilacerando o âmago da esperança. Não há limites na tal invencionice: há o final de uma estrada. Conduzindo a destruição.

Ah, a esquizofrenia. A troca dos valores se fez em termos de troca de necessidades. Apenas uma troca de superfícies, o seio continua intocado. Em consonância, creio que as virtualidades não-esparsas, mas condensadas, ainda residirão por aqui. Até esfacelarem o que resta de esperança.

The Optimistic - 01:23:00 0 comments


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quinta-feira, 22 de dezembro de 2005

the rollercoaster

Hum. Sabe? Pois é. Meio assim. Uma coisa The Smiths.

"In my life,
why do I give valuable time
to people who don't care if I live or die"?

E por que eu insisto? Essa vai para a série: "Grandes questionamentos que assolam a humanidade".

The Optimistic - 02:02:00 0 comments


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domingo, 18 de dezembro de 2005

Livin' in a Glasshouse

Ela sorri, ela se vira, ela gargalha. Ela observa. Ela limpa os vidros, ela faz um gracejo, observa as borboletas. Ela, somente ela preenchem a imensidão vasta em possibilidades, pobre em utilização. Ah, se ela soubesse o que pode. Ah, se ela soubesse que não apenas observa. Mas, ela insiste. E observa, e continua a evitar cerrar os olhos, continua a desejar parar de observar e participar. No fim, ela observa.

Life in a Glasshouse

The Optimistic - 03:07:00 0 comments


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quinta-feira, 15 de dezembro de 2005

.make a new cult everyday to suit your affairs.

Um tema que gera discussões das mais apaixonadas entre os fãs do Belle And Sebastian é quanto o significado da música "The Stars of Track And Field". Eu mesmo, confesso, tenho certa dificuldade em amarrar o significado de todas as frases de modo coerente. Creio, entretanto, que seja uma peça com múltiplo foco, multitemática, onde Stuart visite vários temas que para qualquer outra pessoa (que não o próprio) parecem desconexos. Em suma, ele estava bêbado
quando escreveu e o resultado final é fantástico de qualquer jeito.

Uma das frases que mais gosto é quando diz:

"Have you and her been takin' pictures of your obsessions?
'Cause I met a boy who went through one of your sessions"

Acredito que "tirar fotos de suas obsessões" se trata um metáfora para remoer obsessões, focar, comentar e trazer sempre a baila algo que seja objeto de adoração obsessiva por alguém. E o garoto? Talvez, seja um desses objetos de adoração.

Isso traz reminiscências de outra música, essa mais óbvia em termos de significado: "Wouldn't it be nice". Tem um tema bastante claro: trata de imaginar e se pegar sonhando com coisas que não estão ao alcance. Um trecho que gosto é:

"It seems the more we talk about it
It only makes it worse to live whithout it
But let's talk about it".

Resumindo todo esse blá-blá-blá: continuo tendo obsessões por coisas impossíveis, inatingíveis (ao menos agora), mas não consigo parar de remoê-las. E isso pq há cinco minutos atrás neguei masoquismo.

The Optimistic - 01:10:00 0 comments


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domingo, 11 de dezembro de 2005

Da série: "Listinhas Bizarras"...

Músicas com palminhas

1. Graham Coxxon - Bittersweet Bundle Of Misery
2. Santa Esmeralda - Don't Le Me Be Misunderstood (cafona, sim. e daí?)
3. The Beatles - I wanna Hold Your Hand
4. Acid House Kings - Do What You Wanna Do
5. Los Hermanos - Último Romance

Hum... Listinha não boa. Depois penso melhor, hehe

The Optimistic - 15:51:00 0 comments


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Nascem oceanos, submergem ilhas. Finda-se o ato.

Num espasmo súbito dos olhos, mudo o objeto e esqueço dos padrões repetidos na parede. A vergonha expulsa qualquer restolho de concentração. Um iluminar súbito não me faz atinar corretamente. Atino ao despudor de minhas mãos violentas e certeiras em desferir brutalidade desnecessária, mas travestido em ironia amável.

Tento levantar a âncora que se aprofunda num oceano do passado. E seria leviano dizer que tal oceano se fragmentou em hieróglifos feitos d'água cristalina e dispersa, uma vez que conectados de pouco preciso para saber (e fingir que de fato me recordo) que todo o peso do mundo já esteve naquelas águas.

Sim, giro os olhos e esbarro ducilmente num passado digno de risinhos e imagens belle-and-sebastianas. Meu pé, entretanto, aprofunda num presente pastoso e tão doce que reaviva o doer do céu da boca insosso de acomodação.

Pareço ainda mais magro perto do gigantismo que o ressentimento insiste em assumir. Não enxergam meus defeitos, pois o maior deles ainda insiste em se sobrepor: o vazio quase monástico do encobrimento da verdade. E lá no fundo ainda quero ser acre e irritante. Desculpa.

The Optimistic - 14:56:00 0 comments


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sexta-feira, 9 de dezembro de 2005
O mais legal daqui do blogspot é que esse lay out faz qualquer três linhas que eu escreva parecerem um super texto gigantesco. Bem do jeito que um dia eu já consegui escrever, hehehe!

The Optimistic - 21:56:00 0 comments


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Tiros na água.

Haha. Foi o riso. Hehe. Ficou a ironia de um quase alegrar. Perdeu-se muito mais que uma oportunidade. Perdeu-se quase um mês inteiro. Uma aposta, nem todas as fichas na mesa. No fundo, desde o início conhecia-se a verdade: que era tiro na água. E a gente tenta os tiros na água, porque alvejar as pobres aves raras é pecado. Sim, é pecado; no dia em que conseguirmos vira milagre. COm direito a anjos e trombetas e nobres senhoras em procissão.

O arrependimento não existe, nem bate a porta. Não ousa colorir o esmaecido cinza de uma foto que nunca foi preto & branca. Por que? Por que preto & branco a gente reserva para os momentos nostálgicos, os momentos que marcam uma era, deixam impressões digitais em alguns dias. Tap, tap. Tamborilam os dedos impacientes sobre a mesa. Tap, tap. Vontade de pegar o próximo trem.

Fica uma dúvida. O que eu digo agora? Uma verdade mordaz e contundente, daquelas de fazer o quateirão virar vila. Ou arrisco uma mentira simpática com gosto de mel e fedendo a flores mastigadas. Sim, borboletinhas voando da minha garganta só para ser compreendido. Pois é. To na dúvida. Tomo a cicuta da honestidade, ou me escondo no anteparo da amabilidade?

The Optimistic - 21:54:00 0 comments


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domingo, 4 de dezembro de 2005

Mordaças e ilusões.

Uma luz bruxuleante, uma claridade acre, irritante. Exasperam-me os barulhos vindos de não muito longe. Momento de irritação. Não sei mais o que pensar. Talvez, seja melhor não tentar enxergar muito além. O melhor, de fato é tentar não pensar no que é mera conjectura. O melhor é não enxergar possibilidades ilusórias, mas enxergar o que é fato, o que é real.

Há um certo sentimento de estupidez e uma vozinha que lá embaixo ta ressoando: "Otário! Otário!". Não sei se me irrito, não sei se me banho em autopiedade. POrra, necessito de indulgência. A situação se agrava a tal ponto que aceito de qualquer um. Reflito por milissegundos, não. Não qualquer um.

Quero um mergulho rápido. Um banho noturno reconfortante. Banho de palavras. Necessito ouvir algumas coisas. E não apenas palavras, porque preciso de uns belos socos na cara.
Sabe, o dia todo Mr. Martin ta falando comigo. Baixinho aqui no pé do ouvido, como se fossemos velhos amigos: "I said I'm gonna buy this place and burn it down. I'm gonna put it six feet underground. I'm gonna buy this place and watch it fall". É um grito amordaçado. Afinal, toda reconstrução pressupõe uma demolição? Questionamento interessante esse que me vem agora.

The Optimistic - 23:22:00 0 comments


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Elektra: Assassina

Duzentas e setenta e oito páginas. Cerca de trinta dias. A horas se perderam, seria preciosismo demais guardar até isso. Fato digno de nota é que foram raras as HQ's que me tomaram tanto tempo para ler. Como exemplo, as revistas mensais que acompanho não me tomam mais que cinquenta minutos (se tanto) para ler cem páginas. Mas o que faz de "Elektra: Assassina" tão diferente?

Não sei. E de fato é isso: o que eu não sei que a torna uma leitura tão demorada. A leitura é pesada, complexa, enuviada, truncada, repleta dos simbolismos. Sim, compreendi a estória. No entanto, sabe a sensação que algo passou? Aliás, que muita coisa passou? POis é, mais ou menos por aí.

Nessa graphic novel a ninja assassina precisa tomar controle de si próprio (corpo, mente e alma) para impedir que "A Besta", na figura do candidato a presidência estadunidense Ken Wind, chegue ao poder. Então, Elektra se envolve em uma espécie de guerra de uma mulher e um homem contra um exército para evitar o pior. Uma mulher e um homem, pois a ninja passa a exercer controle sobre um oficial da S.H.I.E.L.D. (Superintendência Humana de Inteligência, Espionagem, Lógistica e Dissuasão, uma espécie de FBI anabolizado que habita os recônditos do Universo Marvel...), numa relação de dominação, agressão, amor e controle mental.

Escrita do meado para o fim da década de oitenta a obra do (quase) sempre competente Frank Miller não deixa de pegar carona na paranóia nuclear e ideológica dos tempos da Guerra Fria. Lendo a estória agora, quase vinte anos após, é engraçado notar como os tempos passam, os demônios mudam, mas sempre se persiste (e de modo algum apenas nas histórias em quadrinhos) numa análise de mundo maniqueísta por parte de todos. Bem X Mal e nada além. Vale notar que a estória de Miller foge ao estereótipo, mas esse está presente como papel secundário das desconfianças dos coadjuvantes.

Simbolismos narrativos, fluxos temporais fragmentados, seqüências não-lineares, seqüências multi-focalizadas (em que várias personagens tomam conta da cena e conjuntamente ditam suas versões dos fatos) permeia o caráter caótico da graphic novel. Coroando com louros e em uma sintonia que poucas vezes vi, há a arte psicodélia, esquizofrênica e por vezes caricatural de Bill Sienkiewcz.

Retomo meu discurso da complexidade. Acho que não foi dessa vez que realizei absorção completa de "Elektra: assassina". Quem sabe em uma leitura futura? Contudo, sinceramente, a impressão que fica é que nem mesmo Frank e Bill sabem mt bem onde foram parar e o mais espantoso: deliberadamente se entregaram a perdição da ninja-grega e a seguiram por caminhos os mais esquizóides.

Ah, sim. A revista é boa. Muito boa!

The Optimistic - 15:53:00 0 comments


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this is the gloaming

A verdade é que o optimistic está morto. Morto, ao menos, do jeito que sempre o conhecemos. O weblogger resolveu assassinar de vez a antiga alcunha que tem me acompanhado pelos últimos três anos. Verdade, ainda, que nos últimos tempos não me fartava mais em encher arquivos do bloco de notas com textos, confissões, devaneios e ensaios literários. Ah, mas as palavras... Sempre elas! Voltaram a me fazer falta. Entonces, en esta aburrida tarde de un domingo cualquier,vuelvo a escribir.

Diferenças? Sim, muitas. Escuto Velvet Underground, tenho ganas de melhor meu espanhol (e não apenas meu inglês) e uma pá de idéias sobre o que falar daqui pra frente. Ah, lógico... Vou continuar minhas listinhas, hehe. E pra finalizar o começo, vai uma ae. Discos que tenho escutados (sem ordem de importância):

Velvet Underground - Loaded
Acid House Kings - Sing Along With Acid House Kings
The Magic Numbers - The Magic Numbers
The Clash - London Calling
Kill Bill Vol. 1 Soundtrack

The Optimistic - 15:51:00 0 comments


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Eu.

Philipe

Campos - RJ

Ficção e não-ficção.


Leio:

Green Plastic
Omelete.
Cronicalidades.
Martini Seco.
Hel Looks.
Cafeína.
Cotidianidades.
Perto do Coração Selvagem.
Vida na Islândia.
Amor e Hemáceas.
Actions e Comics.

Recentemente:
|Algumas notas sobre música.|
|Go, Spidey!|
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